quinta-feira, dezembro 20, 2007

Especial Videojogos no Discovery Channel | 23 Dez'07


Este domingo, a partir das 22h15, o Discovery Channel dedica mais de 4 horas aos videojogos, tal como se pode ver na programação:

  • [22h15] No início, os jogos de vídeos estavam longe de se tornarem aquilo que são hoje. Mas foram os primeiros jogos, como o Pac-Man, que abriram caminho para a actual onda de consolas.

  • [23h10] À medida que a tecnologia dos jogos de vídeo avançava, o aparecimento de jogos onde se comandam as personagens fizeram a Nintendo e a Sega competirem pela supremacia no mercado.

  • [00h05-2h40] Como é que os jogos de vídeo afectam o mundo do entretenimento de hoje? Evolução dos jogos de vídeo e o que o futuro reserva.

Por esta hora...

... decorre em Coimbra o seminário Moodle: a caminho das comunidades virtuais sustentáveis e da literacia digital?

Fica o registo.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Coesão digital





Apesar de atrasado, fica aqui o texto completo a que Manuel Pinto se refere aqui e aqui.
Destaco uma frase com a qual claramente concordo:



A promoção da inclusão das pessoas na sociedade do conhecimento, a formação generalizada na utilização das tecnologias e o acesso aos computadores não é uma questão meramente tecnológica.

quarta-feira, dezembro 12, 2007

melhor blog português 2007



Com surpresa (e agrado...), fiquei a saber que este blogue está nomeado, na categoria Educação, para melhor blog português 2007. Trata-se de "uma competição de blogs organizada pelo 2.0 Webmania em parceria com diversos sites e serviços nacionais de Internet".

A lista completa dos nomeados da categoria Educação, da qual destaco o Educomunicação, é a seguinte:

[parabéns ao vencedor e aos outros blogues - todos ficaram à frente do LDigital - pela merecida distinção]

segunda-feira, dezembro 10, 2007

VIDEOJOGOS comunidade científica lusófona de videojogos


Com um novo endereço, a comunidade científica lusófona de videojogos volta agora com uma nova cara e um novo fôlego.

Esta rede académica...
...pretende destacar a emergência dos estudos do Entretenimento Interactivo no âmbito transdisciplinar, que una num mesmo campo científico a informática, a comunicação, o cinema, o design, a literatura, a filosofia, a psicologia, a sociologia, as belas artes… e promover dessa forma a colaboração interinstitucional assim como a realização de eventos que contribuam para o desenvolvimento de conhecimento da área.

terça-feira, dezembro 04, 2007

Se vivesse hoje, Anne Frank teria hi5?



Perceber o alcance da influência que as tecnologias têm efectivamente nas nossas vidas não será tão óbvio quanto possa parecer.

Por exemplo, se Anne Frank vivesse nos nossos dias (deixando de lado um certo tom aligeirado no exemplo escolhido), teria escrito um diário? Bom, se tivesse acesso à Internet, teria porventura preferido o formato de grande parte dos jovens (e não só), que é o hi5.

De facto, aí encontra-se um registo, de certa forma, diarístico (existe mesmo no menu o termo "Diário"). Aliás, grande parte das vezes, o conjunto de imagens e vídeos que aí se encontra não são mais do que autênticas narrativas, mas baseadas numa linguagem iconográfica.

Por isso, quando na escola se fala do diário, a referência ao hi5 poderá ser uma forma das novas gerações* perceberam um pouco melhor esta tipologia de texto.


*A este propósito, vale a pensa ver Oblinger, D. & Oblinger, J. (eds) (2005). Educating the Net Generation. Educause.

segunda-feira, dezembro 03, 2007

A pesquisa na Web e o papel dos utilizadores

Vale a pena ler a entrevista de Prabhakar Raghavan, director de investigação na Yahoo! desde 2005 , ao suplemento Digital do Público. Aí, explica que "[um dos] grandes desafios dos motores de busca [é] incentivar as pessoas a organizar a Internet".

O fundador da Wikipedia, Jimmy Wales, lançou um motor de busca em que os utilizadores podem classificar os resultados. É uma boa ideia?

De certa forma, é. Os motores de busca já fazem isso: observam os cliques que as pessoas fazem nas páginas de resultados e reordenam os documentos com base nisso. É uma forma de classificação implícita. Neste caso, está a ser feita de forma explícita. A nossa experiência indica que quando se faz isto de forma explícita, há uma queda de participação dos utilizadores. Se o processo for invisível para as pessoas, elas clicam. Se lhes dizemos para fazerem algo, elas não querem. Quando se vai do processo implícito para o explícito, tem-se menos volume, mas mais qualidade, porque as pessoas que se dão ao trabalho de classificar um resultado de uma pesquisa estão a pensar no que estão a fazer. »» Digital.publico.pt

Mestrado Multimédia da UP

Descobri, há dias, o site do Mestrado em Multimédia da U. Porto. Aí estão disponíveis as teses e até trabalhos realizados no mestrado. Pode-se fazer uma pesquisa, e é muito fácil aceder ao resumo ou ao texto integral das dissertações.

quinta-feira, novembro 29, 2007

e-Learning e Comunidades - conferência


Atenção à Conferência “e-Learning e Comunidades: no digital, mas mais além”, com João Paiva, da UP, no próximo dia 13 de dezembro, pelas 18 horas, na Universidade de Lisboa.

A entrada é livre.

quinta-feira, novembro 15, 2007

Toshiba distingue Governo pelo programa e-escolas

A iniciativa e-escolas foi hoje distinguida oficialmente pela Toshiba Europa com o Best European Project Award. (...) O projecto promovido pelo Governo foi reconhecido internacionalmente pelo contributo decisivo que trouxe ao país, quer a nível da Sociedade da Informação quer no que diz respeito ao incentivo educacional associado à acção.

João Amaral, da Toshiba Portugal, frisou que o programa e-escolas é destacado pela "inovação e impacto" que trouxe para a sociedade actual e pela "mudança que representa no paradigma da educação". (...) Por fim, José Sócrates recebeu o prémio e destacou que o e-escolas é o "programa mais emblemático do Plano Tecnológico e é um sucesso".

O primeiro-ministro destacou que até à data já foram recebidos e aceites 100 mil pedidos de aquisição de computadores no âmbito do projecto e hoje era ultrapassada a meta dos 40 mil equipamentos entregues, já que na sessão fora distribuídos 60 portáteis a professores e alunos beneficiários do programa. TEK.sapo.pt

Um programa que foi iniciado em Outubro é já considerado um sucesso. Mas o critério que permite aferir isso é apenas o número de computadores distribuído - vendido, diria eu. Quanto à "inovação e impacto" que isso trará à sociedade, não pode existir ainda nenhum dado concreto. Concreto só mesmo o negócio bem interessante para as empresas que participam neste programa, como é o caso da Toshiba.

sábado, novembro 03, 2007

INE e inovação

Esta tarde fui surpreendido por uma funcionária do INE que andava a fazer um levantamento estatístico, uma espécia de pré-senso.

Pediu o nome, telefone e solicitou ainda o meu e-mail, porque nos próximos sensos o INE quer testar a possibilidade de fazer a recolha de dados através da resposta por correio electrónico.

Para além desta ideia pertinente, não pude deixar de reparar na forma como a senhora guardou os elementos que lhe forneci. Introduziu-os directamente no computador e, no fundo, estava uma imagem da zona onde vivo, captada por satélite (para comprovar isso, tirei uma fotografia, com a devida autorização, como se pode ver em baixo). A imagem é muito parecida com a que se pode ver no Google Earth.

Depois, fui consultar ao site do INE e verifiquei, afinal, que a imagem que aí se apresenta não é a mesma do GEarth. Aliás, no do INE é possível ver terras que o GEarth não mostra.

Agradável surpresa esta.

sexta-feira, novembro 02, 2007

Todos os nomes – work in progress...

Categorizar ou colar rótulos é uma necessidade para melhor se compreender uma determinada realidade.
É isso que acontece na tentativa de entender os efeitos que as tecnologias têm nas (novas?) gerações. Tenho encontrado alguns nomes, quer em trabalhos académicos, quer na comunicação social ou em blogues. Se antes era a Geração Rasca, agora é a…

  • Geração Net
  • Geração W
  • Geração digital
  • Screenagers
  • Geração Google
  • Geração Youtube

Há mais?

quinta-feira, novembro 01, 2007

E-mail no Plano Tecnológico para a Educação



O Plano Tecnológico da Educação, publicado em Diário da República (18 de Setembro de 2007), dá conta de que...
Apesar do aumento de dotação de equipamentos e dos esforços para aumentar a utilização do correio electrónico, este canal de comunicação ainda é muito pouco utilizado (menos de um terço das escolas disponibiliza endereços de e-mail a docentes e não docentes versus 70 % a nível europeu). É importante acelerar a adopção e a utilização de e -mail pelo seu efeito dinamizador na utilização de tecnologia e de aumento de eficiência na gestão. »»DR

Não podia estar mais de acordo com a ideia de que o e-mail tem um “efeito dinamizador na utilização de tecnologia”. Já quanto aos «esforços para aumentar a utilização do correio electrónico», duvido de que tenha sido feito tudo o que estava ao alcance da escola e de quem a dirige.

O Plano Tecnológico para a Educação, que é tão ambicioso em patamares estatísticos de distribuição de hardware e de acessibilidades à rede, quanto à utilização do e-mail propõe-se…

Massificar a utilização de meios de comunicação electrónicos, disponibilizando endereços de correio electrónico a 100 % de alunos e docentes já em 2010; »»DR

O “já” só poderá entender-se como um apontamento irónico, a meu ver.

Para promover uma alfabetização digital, pequenos passos podem despoletar a alteração de hábitos e ganhar novas perspectivas. O facto de as escolas, ou o Ministério da Educação, não terem atribuído uma conta de e-mail aos docentes e alunos contitui, na minha opinião, um erro enorme.

Numa formação que oriento com outro colega professor, relacionada com Bibliotecas Digitais e Novas Literacias, propusemo-nos, entre outros, fazer com que os professores que participam perdessem o medo - a palavra é essa - de utilizarem coisas tão básicas como o correio electrónico. Numa troca de e-mails com uma colega da formação, descrevia-me o fascínio que era enviar um e-mail e receber uma resposta logo de seguida. Enviou o seu primeiro e-mail há uma semana atrás. E agora confessa que está “a tentar descobrir algumas ‘coisas’ deste novo mundo - para mim”.

Infelizmente não só para si. Em grande parte das escolas assiste-se a situações como as seguintes.

1. Habitualmente, quando se quer fazer um aviso, um ou mais funcionários levam o aviso a cada professor, para que leia e assine, atestando que dele tomou conhecimento.
Será necessária pelo menos uma semana para que numa escola com 100 professores este processo fique completo. E os funcionários, qual Mercúrio-mensageiros, passam o tempo a ‘pesquisar’ onde estão os professores.

2. Grande parte das reuniões realizadas não passam de uma mera transmissão de informação. Numa cadeia deste género, ME - DRE's - Escola - Conselho Pedagógico – Departamentos - Professores. A qualidade da circulação da informação é fundamental para que uma instituição funcione. E com a atribuição de uma conta de e-mail oficial aos professores, o ME conseguiria eliminar etapas e evitar hipotéticos ruídos; as escolas, poupar algumas resmas de papel e tinteiros.

3. A comunicação escola«-»professor; professor«-»aluno; pais«-»escola/professor sairia beneficiada com a utilização desta ferramenta. Sendo, como devia, considerada com meio oficial de comunicação, iria levar a que os vários agentes sentissem a necessidade de utilizar com regularidade o e-mail.

4. Pela observação que faço dos alunos, o e-mail não está no topo das suas ferramentas favoritas. Muitos têm uma conta de e-mail apenas para utilizar o Messenger ou poder abrir contas em sites que solicitem um endereço de correio electrónico.
No entanto, cada vez mais, muito do trabalho feito numa empresa passa pela leitura, resposta e gestão do e-mail. Um aluno que saia do ensino secundário sem ter uma conta de e-mail (pessoal ou da escola) não está preparado para ingressar na universidade ou no mercado de trabalho.

5. Por fim, a utilização do e-mail, nos aspectos técnicos e, sobretudo, nos comunicacionais, deve ser objecto de aprendizagem. Contudo, se os professores não utilizarem, se os alunos não perspectivarem esta ferramenta como um meio de trabalho, julgo que a implementação de uma literacia digital, assente essencialmente na distribuição de equipamento, está a ser construída como um edifício iniciado a partir 2º ou 3º andares.

domingo, outubro 28, 2007

Promover o fosso digital sem o saber...

Interrogo-me se a utilização das tecnologias na aprendizagem não poderá promover um fosso digital nos alunos.

Acredito que os professores, ao levarem as tecnologias para sala de aula, têm como objectivo desenvolver nos alunos competências importantes para o seu futuro, e para o seu presente, desde logo.

Da minha experiência no campo de trabalho, verifico, sem grande surpresa, que os jovens estudantes se encontram em diferentes níveis de utilização de dispositivos digitais. Mas, muitas vezes, imagina-se que os alunos sabem mais do que aquilo que realmente sabem. Se, para alguns, basta uma breve explicação, e o treino adquirido com os videojogos e a utilização de sites sociais fazem o resto; outros alunos, prejudicados pelo facto de não terem computador, consola e Internet nos seus lares, ficam uns furos abaixo.

Ora, ao sugerir-se uma actividade com recurso às TIC – fazer um blogue como porta-fólio, por exemplo – pode dar-se o caso de haver uma evolução por parte de alunos que já têm algum domínio. Ao passo que os outros terão dificuldade em os acompanhar.

Apesar da aparente distribuição ao desbarato de computadores pelos alunos, são ainda muitos (mais uma vez, são dados que se baseiam numa análise do quotidiano, sem nenhuma base científica) que não têm computador com acesso à Internet. E as escolas do EBS têm alguns computadores, mas quase sempre em salas para aulas, cujo acesso está limitado a esse fim.

Na escola onde trabalho, com cerca de 1000 alunos, há apenas 5 computadores com acesso à Net para realizar trabalhos fora das aulas. E conheço escolas cuja sala de computadores de acesso livre fecha… nos intervalos. Poderia ainda referir a dificuldade para imprimir trabalhos, entre outros.

De uma forma geral, não parece que as escolas estejam preparadas para proporcionar uma igualdade de oportunidade aos alunos mais desfavorecidos. Por isso, volto à minha auto-provocação inicial: propor actividades com as tecnologias não poderá acentuar diferenças em termos de alfabetização digital?

sábado, outubro 27, 2007

O HUMOR explica melhor

No seguimento da mensagem anterior, de uma publicada no Virtual Illusion e de uma conversa subsequente, fica aqui um vídeo que apresenta um situação muito caricata.
Como me dizia o Nelson, o humor «é necessário para abordar questões complexas».


Perigos da proliferação de dispositivos de captação de imagem




Com a proliferação de máquinas digitais e dos telemóveis com máquina fotográfica e de filmar, todos nós podemos, de repente, tirar fotografias e fazer filmes nas mais variadas situações. Inclusivamente, de situações privadas.

O mais grave é que cada um pode ser, por outro lado, actor em filmes indesejáveis. Vai-se ouvindo falar, de vez em quando, de casos como o que aparece na notícia.
O que se poderá fazer para evitar situações destas? Deixar-se fotografar ou filmar em situações que possam trazer embaraço é colocar-se a jeito. Uma foto ou um filme, depois de entrar na Web, muito dificilmente pode ser eliminada.

Por outro lado, sites sociais, como o Myspace ou Hi5, revelam que as pessoas gostam afinal de se expor. Aí aparecem fotografias inenarráveis, colocadas pelos próprios. O mais curioso é que quando alguém abre um espaço nestes sites sociais, nesse processo, aparece uma opção para enviar um convite para os contactos de e-mail. E visitar alguns espaços de pessoas que conhecemos pessoalmente pode fazer corar o mais liberal dos visitantes.

Julgo que é muito importante educar para a privacidade, ajudando a entender o que deve ser da esfera pública e privada. Pois tudo o que está na Web poderá ser visto por qualquer pessoa.


sexta-feira, outubro 19, 2007

EU Conference eLearning Lisboa 2007









Deve-se evitar participar em encontros como EU Conference eLearning Lisboa 2007- Delivering on the Lisbon Agenda, que decorreu esta segunda e terça-feira.

1. Por um lado, não estou habituado a encontros desta dimensão e que englobem um logística tão elaborada (cerca de 1800 participantes) e tanta opulência. Já estive na organização de eventos científicos, e gerir os “tostões” foi sempre bastante difícil.

2. Além disso, a entrada era gratuita; ao passo que os congressos são, habitualmente, bastante caros para quem quer participar.

3. No entanto, os dois pontos anteriores são laterais, ao contrário deste. Na verdade, foi muito bom conhecer as expectativas de alguns dos mais conceituados investigadores nos temas da conferência, Coesão Digital e Social, Requalificação na Sociedade do Conhecimento, O Valor do E-Learning. O caminho deverá ser, entre outros, o de:

  • educar para aprender e não para ser ensinado;
  • ajudar os alunos a lidar com a informação: encontrar, avaliar, usar e partilhar a informação;
  • preparar as novas gerações para empregos nas tecnologias que ainda não se conhecem, mas que hão-de surgir nos próximos anos;
  • usar as competências digitais para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

MAS, depois destes dois dias de expectativas, de entusiasmo, de provocação, de desafio... regressa-se à realidade da escola que parece viver num outro ritmo. Difícil, esta gestão de velocidades, ambas vertiginosas.

quinta-feira, outubro 18, 2007

Indústrias Culturais. Imagens, valores e consumos

Rogério livroMais um blogue que passa a livro, Indústrias Culturais. Imagens, valores e consumos, editado pelas Edições 70. O autor é Rogério Santos, o blogue em causa, Indústrias Culturais, de que sou leitor assíduo. O livro é apresentado no dia 25 em Lisboa.

sábado, outubro 13, 2007

A imagem é tudo

1. No website do Público, hoje, pode-se ver um vídeo da entrega do Orçamento de Estado ao Presidente da Assembleia.

2. Depois, um sublinhado do mesmo jornal, a entrega do OE numa Pendrive. Retenho na memória a entrega do Programa do Governo, por Santana Lopes e também pelo actual Governo, em CD-ROM . Estes suportes podem até ter apenas um documento em word ou pdf. Mas a imagem que fica é de algo inovador. Apesar de se tratar de algo muito básico.


quinta-feira, outubro 11, 2007

segunda-feira, outubro 08, 2007

segunda-feira, outubro 01, 2007

Uma nova modalidade olímpica a perspectivar-se?!

Uma equipa de 11 jogadores parte amanhã para Seattle, Estados Unidos, para representar a bandeira portuguesa nas Olimpíadas dos jogos electrónicos, o World Cyber Games, que junta os melhores do mundo na grande final. » JN

terça-feira, setembro 25, 2007

O Mourinho-do-Humor sobre... Mourinho

In Os Incorrigíveis, agora a funcionar.

segunda-feira, setembro 24, 2007

Jogar versus Ler/Escrever *

O contraste com as velhas convenções da leitura está na base da discriminação histórica dos jogos (Johnson, 2005). De facto, é inegável que a experiência do videojogo de aventura gráfica se aproxima, a nível sensorial, muito mais do filme ou do teatro do que propriamente do livro (Zagalo et al., 2004).

Alguém mais velho lê livros com o mesmo gosto que os mais novos jogam videojogos. Talvez porque os mais velhos, adianta Gee (2003), lêem livros como os mais novos jogam videojogos: de forma activa, crítica e projectiva.

É certo que se passa menos tempo a ler literatura, isto porque se passa menos tempo a fazer muitas outras coisas para que antes havia mais tempo ou disponibilidade. Mas uma das compensações por se ler menos é o facto de se estar a escrever mais (Johnson, 2005). Provavelmente, nunca como agora se escreveu tanto, basta observar o grau de implementação de ferramentas de comunicação como o e-mail, as mensagens de telemóvel, os fóruns, os blogues, os espaços de partilhas de ficheiros.

Johnson (2005), comparando o exercício de leitura e de jogo, afirma mesmo que o jogar pode ser mais exigente do que a leitura: "you can still enjoy a book without explicitly concentrating on where the narrative will take you two chapters out, but in gameworlds you need that long-term planning as much as you need present-tense focus" (Johnson, 2005: 55).

A luta que opõe o jogar à leitura não faz sentido, porque, na verdade, estas duas actividades, mais do que se anularem, complementam-se: "when you have played a video game for a while, something magical happens to the texts associated with it. All of sudden they seem lucid and clear and readable. You can’t even recall how confusing they seemed in the first place. (…) For instance, they can look up details that enhance their play" (Gee, 2003: 103).

Efectivamente, os videojogos motivam a produção crítica de textos em revistas e Websites, onde se pode encontrar informação acerca do conteúdo, tema, estilo e qualidade dos jogos (BECTA, 2003). Para além disso, os jogadores fazem as suas próprias críticas em Websites particulares (Gee, 2003).

Um bom jogo pode, por vezes, inspirar e motivar os jogadores a incursões por novos campos de leitura, como comprovam Squire & Jenkins (2003). Pode-se concluir que os videojogos, sendo uma nova forma de arte, "they will not replace books; they will sit beside them, interact with them, and change them and their role in society in various ways, as, indeed, they are already doing strongly with movies" (Gee, 2003: 204).

A questão mais importante consiste em tomar consciência e perceber porque é que os jovens se apropriam mais facilmente da informação quando esta lhes chega através de um jogo (Johnson, 2005).

Bosco e Caldana (2005) referem que alguns romances inspirados em factos históricos passaram a merecer uma atenção redobrada a partir do momento em que foram transformados em versões de jogos na Internet. “Con estos juegos recreativos, siempre gratuitos, la editorial busca extender la popularidad de los libros” (s.p.).


Referências

BECTA (2003). How to choose and use appropriate computer games in the classroom. Url: http://schools.becta.org.uk/index.php?section=tl&rid=1859 (consultado em 09/2007).

Bosco R. & Caldana, S. (2005). Las editoriales extienden a la Red el éxito de la novela histórica de mistério. In El Pays, 29/12/2005. Url:
http://www.elpais.es/articulo/elpcibpor/20051229elpcibpor_1/Tes (consultado em 09/2007).

Gee, James Paul (2003). What video games have to teach us about learning and literacy. New York: Palgrave.

Johnson, Steven (2005). Everything Bad is Good For You. How Today’s Popular Culture Actually Making Us Smarter. New York: Riverhead Books.

Zagalo, Nelson; Branco, Vasco & Barker, Anthony (2004). Emoção e Suspense no Storytelling Interactivo. In Proceedings of Games2004 - Workshop Entretenimento Digital e Jogos Interactivos, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Portugal, 12th July.

* Retirado da minha Dissertação de mestrado.

quarta-feira, setembro 19, 2007

Smile nasceu há 25 anos,

... regista o Público desta quarta-feira, com um artigo de Jorge Martins Rosa.

terça-feira, setembro 18, 2007

Como é o primeiro beijo... hoje?


Através de um colega, fiquei a conhecer este cartoon de David Vela Cervera, que obteve o 2.º lugar no Porto Cartoon de 2005.

quarta-feira, setembro 05, 2007

Second Life, Orkut, Hi5...

Hoje, de manhã, no Workshop sobre o Second Life, algumas vezes me lembrei da expressão de Mário de Sá-Carneiro de Céu em Fogo:
"eu não sou eu nem sou o outro, sou qualquer coisa de intermédio"

segunda-feira, setembro 03, 2007

«Computador com Internet é instrumento de cidadania»













«O computador com acesso à Internet é hoje um instrumento de cidadania». Esta foi a principal ideia defendida, ontem, em Braga, pelo secretário de Estado da Cultura, durante a cerimónia de entrega de diplomas e de computadores a dezenas de pessoas que concluíram a formação no âmbito do programa Novas Oportunidades, que frequentaram no centro da Associação Industrial do Minho. Para Mário Vieira de Carvalho «possuir, hoje, um computador é como no passado ter a capacidade de ler um livro». » Diário do Minho

Nesta última afirmação atribuída ao Secretário de Estado da Cultura, faz-se uma associação equivocada, como evidencia o esquema seguinte:

quinta-feira, agosto 30, 2007

Docentes com a Net mais barata

O Governo acredita que o seu programa e-Oportunidades vai tornar Portugal num dos países do Mundo onde os professores pagarão tarifas mais baixas de acesso à Internet por banda larga. »» JN

Mas, fazendo bem as contas...

Para os professores, o preço do pc é de 150 euros. Mas com o pc vem um apêndice que, pelos vistos, é obrigatório: uma chamativa ligação à net 5 euros inferior ao preço de mercado, durante três anos (36 meses). O preço de mercado anda à volta dos 34,99 euros (...). Donde, temos 30 euros durante 36 meses (1080 euros) mais 150 de entrada. Total: 1230 euros, por um pc que, segundo os próprios fabricantes, custaria, a preços de mercado, 800 euros. »» Blogue Professores Contratados e Desempregados

Este programa pode ser positivo, mas não tem interesse para grande parte dos professores que já tem Internet em casa. Para estes, que interesse tem estar a pagar uma nova ligação, pois a que têm em casa é, porventura, mais rápida. E, na escola, espera-se que haja acesso em toda a área.
Curiosamente, quem decidiu investir na sua profissão, adquirindo um computador e pagando acesso à Internet (pessoalmento, não concebo a preparação das aulas sem estes instrumentos) não só gastou dinheiro, como agora não "consegue" beneficiar desta programa.

quinta-feira, agosto 16, 2007

e-escola, e-professor, e-oportunidade


Vale a pena ver seguir atentamente o discurso do Ministro Mário Lino, na apresentação de programas do Plano tecnológico para a área da educação.

O ministro refere como prioridade do Governo a literacia digital, "a capacidade generalizadade utilizar o computador e todas as suas capacidades."

Estes novos programas, que pretendem que haja um computador por aluno e professor, vão "trazer uma verdadeira mudança de paradigma", afirma o ministro.

Quanto à "verdadeira mudança de paradigma", muitos professores das diversas disciplinas utilizam há já algum tempo salas com computadores nas suas aulas.
Por outro lado, dificilmente veremos uma grande parte dos professores a alterarem os "seus paradigmas", o que quer que isto signifique. Até porque os docentes que terão mais responsabilidades na escola são os, agora, titulares que são, na sua maioria, os professores mais velhos, habitualmente mais reticentes à tal "verdadeira mudança de paradigma".

terça-feira, julho 31, 2007

Workshop Novos Media 07 | Second Life

O Workshop Novos Media 07 Second Life realiza-se no dia 5 de Setembro, no 5º Congresso SOPCOM, organizado pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho.

domingo, julho 29, 2007

Plano Tecnológico da Educação


«Plano Tecnológico da Educação prevê um computador em cada sala de aula» titula o Público, sendo uma das notícias mais comentada (62 comentários). Vale a pena ler esses comentários, dos quais destaco um:


De há 10 anos para cá, nas escolas por onde tenho trabalhado (1º ciclo), já há um computador na sala. O que acontece, é que só podem utilizar o pc 2 alunos de cada vez, enquanto isto os outros ficam só com olhos postos no ecã. Se estiverem sentados nos respectivos assentos, não aproveitam daí nada e nem fazem outros trabalhos com atenção, se estiverem todos à volta do computador, continuam a não ver nada porque uns estão na frente dos outros e gera-se dicussões e empurrões.

quinta-feira, julho 26, 2007

ME cria mecanismos de coordenação para a realização de estudos e inquéritos nas escolas

O Ministério da Educação vai criar mecanismos de coordenação a nível nacional para a realização de estudos e inquéritos nas escolas e assegurar a qualidade e adequação dos instrumentos de recolha de informação utilizados, de acordo com um Despacho de 23/07/2007. »»

"Para o efeito, determina-se que a aplicação de questionários ou outros inquéritos em agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas do ensino público deverá passar a ser sempre autorizada previamente pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (DGIDC).

Neste sentido, a DGIDC deverá constituir uma equipa técnica responsável pela análise dos instrumentos de inquirição, submeter os instrumentos de inquirição a análise do seu conselho consultivo, se assim se justificar, e emitir ou pedir os pareceres técnicos necessários para avaliar a qualidade, a pertinência, a relevância, a redundância e a importância dos estudos propostos.

A administração dos inquéritos, questionários ou formulários fica a cargo do Gabinete de Planeamento e Estatística da Educação."

Comentário: se, por um lado, se trata de uma medida responsável, por outro lado, significa necessariamente uma demora (desesperante?) na realização de estudos.

sexta-feira, julho 20, 2007

Para mastigar...

A partir do vídeo que se encontra em baixo (e que já vi vezes sem conta, pois é mesmo divertido), cheguei ao site Bazzoka Joe. Trata-se afinal de uma campanha de pastilhas elásticas que pega numa música infantil popular.

No website incita-se à criação de vídeos com a música agora recriada; os vídeos já realizados podem ser vistos e votados no mesmo. É possível também (re)criar músicas; e fazer vários downloads.

Parece-me bastante bem conseguido, sobretudo pela convocação do consumidor/criador de multimédia.


sexta-feira, julho 06, 2007

Aprender com videojogos: Os alunos gostam, os professores resistem

O Canal UP - Universidades e Politécnicos conversou comigo a propósito da tese. Está aqui o resultado: Aprender com videojogos: Os alunos gostam, os professores resistem

sexta-feira, junho 29, 2007

Qual debate?

Suspensão de "Manhunt 2" reabre debate sobre violência nos jogos de vídeo

Nesta notícia do Púlbico, cita-se Ana Vasconcelos, uma pedopsiquiatra que, a propósito da propósito dos videojogos violento, conclui relativamente aos pais que "basta-lhes ter um pouco de bom senso para concluir que uma grande parte deles [videojogos] não fazem sentido nenhum e que as crianças não têm qualquer vantagem em ser-lhes expostas".

quinta-feira, junho 14, 2007

Videojogos na Aprendizagem

Dia 4 de julho, às 11h, no IEP, Universidade do Minho, defendo a dissertação de Mestrado em Tecnologia Educativa, com o seguinte título:

Os Videojogos na Aprendizagem:
estudo sobre as preferências dos alunos do 9.º ano
e sobre as perspectivas das editoras

1. Esta investigação evidencia, através da revisão de literatura, as potencialidades de aprendizagem dos videojogos.

2. Para além disso, foram efectuados dois estudos:

2.1. o primeiro, com o objectivo de conhecer o trabalho das editoras ligadas ao sector educativo e as suas perspectivas acerca dos videojogos e a aprendizagem.
Contou com a participação de ECM - Edições Convite à Música, Edições Gailivro, Ludomedia, Plátano Editora, Porto Editora, Rafa Editora e YDreams.

2.2. o segundo, com o objectivo de conhecer hábitos, preferências e percepções dos alunos do último ano de escolaridade obrigatória relativamente também aos videojogos. Participaram 260 alunos de escolas dos distritos de Aveiro, Braga, Bragança, C. Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Portalegre, Porto, Santarém, Viana, Viseu.

sexta-feira, maio 25, 2007

Videojogos: autismo e dislexia

A empresa Learning for Children decidiu vender uma série de videojogos que permitem testar as crianças enquanto jogam e descobrir sinais de autismo e dislexia. »»

terça-feira, maio 22, 2007

Manuais virtuais

Um comunicado da Porto Editora anuncia...

... uma nova etapa na edição de manuais escolares: os Manuais Virtuais. Este novo formato, que estará disponível exclusivamente através da Internet, resulta da convergência dos conteúdos existentes nos manuais escolares em papel com os conteúdos multimédia e funcionalidades da Escola Virtual e, ainda, com outros recursos associados, como vídeos, transparências e actividades lúdico-educativas. »»

Esta notícia teve ecos...
- no Educare
- no Jornal da Tarde da RTP (a partir do 19º minuto)
- no Público (imagem em baixo)




















A notícia do jornal Públcio refere também os Manuais Virtuais, ou Manual e-book, da Texto Editores.

Segundo estas 2 editoras, as vantagens são as seguintes:

1) Texto Editores
Pesquisa rápida de palavras e frases em todo o manual. Possibilidade de projecção dos conteúdos do manual na sala de aula. Ampliação de elementos de texto ou de imagem. Apresentação de diversas formas de visualização das páginas e dos seus conteúdos. Navegação rápida entre páginas. Possibilidade de cópia de textos e imagens do manual para materiais de trabalho. »»

2) Porto Editora
Por um lado, os professores podem usar estes manuais virtuais na sala de aula, projectando os conteúdos e, dessa forma, envolvendo os alunos num ambiente mais motivador e atractivo; por outro, os alunos passam a dispor de um formato que lhes desperta mais interesse, pelo uso que faz das novas tecnologias, e, sobretudo, permite autonomizar, flexibilizar e aprofundar a apreensão dos conhecimentos. »»

COMENTÁRIO:
Apesar de conhecer superficialmente estes projectos, acredito que as sua potencilidades são enormes. Mas é fundamental que uma grande parte dos materiais que as editoras disponibilizam sejam flexíveis, de modo a permitir que o professor os possa adaptar às sua práticas lectivas.
Este é um assunto que me interessa bastante e ao qual conto voltar, depois da defesa da minha dissertação.



quinta-feira, maio 17, 2007

Escolas vencedoras do SAPO CHALLENGE

Diz que sim - Escola Secundária de Santa Maria da Feira
Ler Mais Pessoa - Escola Secundária Diogo de Gouveia (Beja),
Qwert 7 - Escola Secundária de Miranda do Douro
QNA - Escola Secundária com 3º Ciclo Quinta das Palmeiras (Covilhã),
Blog Team - Escola Secundária de Seia
Twice - Escola Secundária Domingos Sequeira (Leiria)
Drives - Escola Básica Padre Vítor Melícias (Torres Vedras)
O Ego de Queirós - Escola Secundária Aurélia de Sousa (Porto)
Weteam - Colégio de São Miguel (Ourém)
Minimilk - Escola Básica Infante D. Henrique (Viseu)

É possível ver o último programa da RTP aqui (ah, que saudades de Faro!).

quinta-feira, abril 19, 2007

jogos.sapo.pt

Vale a pena a visita ao site jogos.sapo.pt.

quarta-feira, março 14, 2007

Gmail Theater: Why Use Gmail?

Dica GMail.

sexta-feira, março 09, 2007

Campeonato Nacional de Jogos de Matemática

O objectivo é proporcionar a todos os participantes "treino mental, actividades intelectuais e lúdicas".

A estratégia de "aprender jogando" parece já ser uma aposta ganha para a organização. Criado a partir de uma iniciativa de amigos "que foi bem-sucedida", recorda Jorge Nuno Silva, o primeiro campeonato ocorreu em 2004, no Pavilhão do Conhecimento, e foi desde logo um sucesso. »» Educare

Informações: ludicum.org

sábado, fevereiro 17, 2007

Informação - um espécie de jogo interactivo

No essencial, o acesso à informação tornou-se - no nosso mundo que a "globalização" fez, simultaneamente, aumentar e diminuir - mais fácil e mais rápido, por vezes criando a ilusão do mundo como permanente notícia em "tempo real" e espécie de jogo "interactivo". Jacinto Lucas Pires DN

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

A propósito da Internet segura...

A proibição do acesso a sites não é consensual mas em situações de aula por vezes é necessário tomar medidas mais fortes para "não se perder" os alunos para sites como o Youtube ou o Hi5. João Freitas lembrou que as escolas podem solicitar uma filtragem de conteúdos de acordo com o regulamento interno do estabelecimento de ensino. »» Educare

Algumas notas a propósito:

1. Mais do que proibir, deve-se alertar para as potencialidades, e concomitantemente, os riscos que sites como os referidos acarretam. Não vejo por que razão se há-de proibir a utilização do Youtube. Ao invés, pode-se promover a utilização para aí colocar trabalhos elaborados, chamando-se a atenção para o efeito que pode ter um vídeo colocado no Youtube. Passa para a esfera pública, não pode ser, portanto, algo que se deva manter no domínio privado.

2. Promove-se, então, uma atitude crítica, essencial em tudo na vida, é certo; sobretudo, na utilização das tecnologias. Na verdade, os mais novos - apelidadades de Geração W, Geração net, Geração Digital, entre outros - terão de aprender muitas coisas por si mesmos. Num repente, há uma nova ferramenta/site que "está a dar". Basta ver os blogues, são já uma ferramenta ancilosada para os mais novos ( talvez nunca tenha chegado a ser um sucesso junto destes). Quando os adultos se apercebem, já passou de moda.

3. O papel dos mais velhos, passa, para além de lembrar e precaver dos perigos, por sublinhar as potencialidades, que usos podem ser dados a estas ferramentas numa perspectiva utilitária. Tenho para mim que muitas vezes utilizam as tecnologias para sua fruição, porque retiram prazer disso. E não as associam a uma forma de trabalhar.

4. Saber conduzir um carro não é sinónimo de ser bom condutor (Mia Couto diz, a propósito, que entre um ás no volante e um asno volante pode haver apenas uma diferença fonética). Os mais novos utilizam, sem dúvida, as tecnologias (computador, consola, telemóvel...), mas penso que ainda de uma forma limitada, reveladora de uma iliteracia digital a combater.

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Concurso Professores Inovadores









Este concurso da Microsoft destina-se a Educadores e professores do Básico e Secundário, e "os projectos deverão demonstrar o uso exemplar da tecnologia numa aula, devendo ser projectos já colocados em prática com alunos". Ver mais

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Direito de resposta no... Youtube

Incipit


Resposta


Resposta à resposta


Sem resposta...

sábado, janeiro 27, 2007

Challenges 2007 | 17 e 18 de Maio | U. Minho






Data limite para envio de comunicações: 15 de Março

Temas em debate no Challenges 2007:

I - Ambientes emergentes

  • Realidade aumentada
  • Mobile Learning
  • Web Semântica
  • Robótica Educativa
  • Multimedia Interactiva
  • Web Radio + Web TV
  • Hipermedia
  • Som, música e imagem digitais li>

II - O Digital e o Currículo

  • Jogos
  • Plataformas
  • Materiais educativos
  • Edutainment
  • Aprendizagem em rede
  • Comunicação e colaboração online
  • Recursos digitais online
  • Laboratórios virtuais e remotos
  • Objectos de aprendizagem
  • Integração curricular

III - Avaliação on line Usabilidade

  • Avaliação da aprendizagem
  • Avaliação das aplicações
  • Avaliação dos recursos
  • Modelos e contextos de aprendizagem
  • Metáfora de aprendizagem nas plataformas
  • Normas e standards
  • e-portefólios