quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Formar para um mundo… que já não existe

Escreve Manuel Pinto, na Página da Educação de Janeiro:

Conhecer melhor esta geração, tomar consciência daquilo que emerge como expressão de um novo paradigma cultural não pode ser remetido para o folclore da irrelevância pedagógica. É uma exigência humanizadora da educação, da qual todos temos a aprender.

Como tem chamado a atenção um autor como Henry Jenkins, não será correcto etiquetar toda uma geração como se fosse uma categoria homogénea e como se os tais "nativos", pelo facto de o serem, não carecessem da formação para a abordagem crítica das tecnologias ou, mais simplesmente, da literacia digital.

Sem comentários: