segunda-feira, outubro 11, 2010

'out of blogue'



Por motivos de escrita de tese, já há algum tempo que não actualizo este blogue. Acabo de reparar, apesar de tudo, que tem tido algumas visitas, daí a colocação desta espécie de mensagem "out of office".

Por outro lado, deixo a sugestão de um blogue, o Educomunicação, a cuja equipa eu pertenço, e onde aparece informação interessante para estas áreas.

Obrigado e até breve.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Literacia da Informação

«Literacia de informação é a capacidade de reconhecer quando a informação é necessária bem como a capacidade de localizar, avaliar e utilizar eficazmente essa informação (American Library Association).
O desenvolvimento de competências nesta área permite:

- Planear uma pesquisa sistemática e exaustiva/abrangente
- Utilizar técnicas de pesquisa avançada para encontrar as informações mais relevantes
- Desenvolver estratégias para se manter actualizado na sua área temática
- Avaliar criticamente as informações utilizando uma abordagem estruturada
- Gerir o grande volume de informação encontrada ao longo da sua investigação
- Apresentar a informação de forma eficaz
- Compreender as questões jurídicas e éticas relacionadas com a recolha e utilização da informação.

Possuir competências ao nível da literacia da informação é útil não só ao nível da sua vida profissional, mas também ao nível do seu quotidiano.Competências aparentemente elementares ao nível da pesquisa podem ajudá-lo a economizar tempo e torná-lo mais independente» (b-on).

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Certificação de competências digitais

Segundo indicação da ERTE/PTE, foi publicada a lista de certificados e diplomas que permitem ao docente requerer a certificação de competências digitais. (Diário da República II.ª Série: Despacho n.º 1264/2010. D.R. n.º 12, Série II de 2010-01-19)

Neste Despacho, é indicada a «lista de certificados e diplomas que permitem ao docente requerer a certificação de competências digitais por validação de competências associadas, de acordo com o ponto iii) da alínea b) do n.º 2 do artigo 8.º da Portaria n.º 731/2009, de 7 de Julho».

E a lista é a seguinte:
- Mac OS X, iWork ou iLife, da Apple;
- IT Essentials, CCent, CCNA ou CCNP, da Cisco Systems;
- European Computer Driving Licence, da ECDL Foundation;
- LPIC 1, LPIC 2 ou LPIC 3, do Linux Professional Institute;
- Micrososft Digital Literacy, Microsoft Windows ou Microsoft Office,
da Microsoft;
- Oracle Database ou Oracle Application Express, da ORACLE;
- Open Office, Star Office ou OpenSolaris, da Sun Microsystems.

Avaliar as competências é um assunto que tem estado em discussão, mas não é nada linear como se faz isso. Para os decisores, impõe-se, naturalmente, tomar opções. E, na óptica da massificação, torna-se necessário oferecer enquadramentos e formas rígidas para o fazer. Terá sido o que levou a aceitar esta multiplicidade de diplomas e certificações.

Não conheço todos estes formatos e o que implicam, mas os que já tive a oportunidade de analisar têm uma lógica completamente virada para as competências de menus e botões. É condição importante, mas neste domínio não creio que seja necessário subir um degrau de cada vez, porque as competências digitais não podem ser desligadas da "capacidade de aceder, compreender e apreciar, de forma crítica, diversos aspectos dos media e dos conteúdos mediáticos e de comunicar numa multiplicidade de contextos", como propôs a Comissão Europeia, em Agosto de 2009.

Pode acontecer que, para efeitos estatísticos - aquilo a que vulgarmente se chama para "inglês [e outros concidadãos europeus] ver", uma grande percentagem dos professores passe a figurar como competente digitalmente. E isso terá sempre ganhos e méritos. Mas é importante compreender que se pode esbanjar uma excelente oportunidade, a de promover entre os professores uma relação mais crítica com os meios digitais e, decorrente disso, contribuir para aumentar os níveis de literacia dos media entre os alunos.

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Estudo sobre o e-Iniciativas

Mais de 90 por cento dos beneficiários do e.iniciativas já tinham computador

Entre 91 e 96 por cento das pessoas que aderiram aos vários programas das e-iniciativas já tinham computadores em casa, na sua grande maioria computadores de secretária, revela um estudo pedido pela Autoridade Nacional de Comunicações.
Segundo um estudo da KPMG, a pedido da Anacom, 86 por cento dos aderentes do programa e.professor já tinham acesso à Internet, números que descem para 82 por cento no caso do e.escolas e para 62 por cento no caso do e.oportunidades.


Aceder ao estudo sobre a adesão e o impacto das e.Iniciativas