- A nomenclatura provoca divergências. Pode ser na tradução ou até dentro da mesma língua, alterando-se de país para país (literacia vs letramento, no Brasil). Por outro lado, fico com uma sensação que poderá haver algum desinteresse em resolver esta questão, como forma de tornar o assunto algo hermético, perdendo-se naturalmente em acção.
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- Fica-se com a ideia de estarmos num grau de discussão do domínio do quase supérfluo, não tanto porque a divergência esteja ao nível do campo de acção, mas antes numa simples nomenclatura. Por outro lado, esta questão da nomenclatura não é despicienda, pois é importante para o entendimento na investigação e, sobretudo, para colocar este assunto na agenda dos media e fazê-lo chegar à sociedade em geral.
- O entendimento virá muito mais pelas competências e pelos objectivos do que por uma definição ou campo de acção.




