sexta-feira, maio 24, 2013

Atividades para o desenvolvimento da Literacia Digital - nova publicação

 





















Agenda de Atividades de Literacia Digital 

Sara Pereira, Ademar Aguiar, Luís Pereira (ORG.)

Edição: ‘Escolinhas Criativas’
Apoio: CECS - Universidade do Minho 


Esta publicação, disponível para os participantes do 2º Congresso Literacia, Media e Cidadania (maio'13, Lisboa, Pavilhão do Conhecimento), conta com o contributo de diversos profissionais de educação, professores e investigadores. São os seguintes:
Adelina Moura | Escola Secundária Carlos Amarante; Universidade Portucalense; Doutoramento em Tecnologia Educativa;
Ádila Faria | Doutoranda em Estudos da Criança – Tecnologias de Informação e Comunicação; IE - Universidade do Minho; J.I. de Rio Covo Santa Eulália, Agrupamento de Escolas Vale D’Este;
Clarisse Pessôa | Doutoranda em Ciências da Comunicação; CECS - Universidade do Minho;
Paulo M. Faria | Doutorando em Ciências da Educação - Tecnologias da Informação e Comunicação; IE -Universidade do Minho;
Patrícia Ranito | Formação e apoio aos utilizadores - Plataforma schoooools;
Pedro Dias | Especialista em TIC e Educação; Agrupamento de escolas de Gondifelos (VN Famalicão);
Sérgio Mateus | Mestre em Ciências da Educação; Agrupamento da Senhora da Hora, Matosinhos;
Sónia Cruz | Faculdade de Ciências Sociais - UCP (Braga); Doutoramento em Tecnologia Educativa.

quarta-feira, maio 01, 2013

Coming up

Depois de um longo interregno - o blogue tinha ficado em banho-maria sobretudo durante da fase final da tese -
resolvi reactivar este espaço.

Esta é também uma forma de assinalar aquilo que considero ser o ponto final neste processo de doutoramento, com a publicação do livro "Literacia Digital e Políticas Tecnológicas para a Educação" (De Facto editores).

O livro, que se baseia precisamente na tese de doutoramento, será lançado na próxima semana, em Lisboa, no Pavilhão do Conhecimento, durante o Congresso Literacia, Media e Cidadania

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Esta sexta-feira, dia 11, apresentação de...

«Internet e Redes Sociais, Tudo o que vem à rede é peixe?»
Autores: Sara Pereira, Luís Pereira e Manuel Pinto
Ilustração e Design: Pedro Mota Teixeira
Colaboração de crianças e jovens com desenhos

Apresentação da publicação: Ademar Aguiar 
Auditório Vita | Braga | 21:30


segunda-feira, outubro 11, 2010

'out of blogue'



Por motivos de escrita de tese, já há algum tempo que não actualizo este blogue. Acabo de reparar, apesar de tudo, que tem tido algumas visitas, daí a colocação desta espécie de mensagem "out of office".

Por outro lado, deixo a sugestão de um blogue, o Educomunicação, a cuja equipa eu pertenço, e onde aparece informação interessante para estas áreas.

Obrigado e até breve.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Literacia da Informação

«Literacia de informação é a capacidade de reconhecer quando a informação é necessária bem como a capacidade de localizar, avaliar e utilizar eficazmente essa informação (American Library Association).
O desenvolvimento de competências nesta área permite:

- Planear uma pesquisa sistemática e exaustiva/abrangente
- Utilizar técnicas de pesquisa avançada para encontrar as informações mais relevantes
- Desenvolver estratégias para se manter actualizado na sua área temática
- Avaliar criticamente as informações utilizando uma abordagem estruturada
- Gerir o grande volume de informação encontrada ao longo da sua investigação
- Apresentar a informação de forma eficaz
- Compreender as questões jurídicas e éticas relacionadas com a recolha e utilização da informação.

Possuir competências ao nível da literacia da informação é útil não só ao nível da sua vida profissional, mas também ao nível do seu quotidiano.Competências aparentemente elementares ao nível da pesquisa podem ajudá-lo a economizar tempo e torná-lo mais independente» (b-on).

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Certificação de competências digitais

Segundo indicação da ERTE/PTE, foi publicada a lista de certificados e diplomas que permitem ao docente requerer a certificação de competências digitais. (Diário da República II.ª Série: Despacho n.º 1264/2010. D.R. n.º 12, Série II de 2010-01-19)

Neste Despacho, é indicada a «lista de certificados e diplomas que permitem ao docente requerer a certificação de competências digitais por validação de competências associadas, de acordo com o ponto iii) da alínea b) do n.º 2 do artigo 8.º da Portaria n.º 731/2009, de 7 de Julho».

E a lista é a seguinte:
- Mac OS X, iWork ou iLife, da Apple;
- IT Essentials, CCent, CCNA ou CCNP, da Cisco Systems;
- European Computer Driving Licence, da ECDL Foundation;
- LPIC 1, LPIC 2 ou LPIC 3, do Linux Professional Institute;
- Micrososft Digital Literacy, Microsoft Windows ou Microsoft Office,
da Microsoft;
- Oracle Database ou Oracle Application Express, da ORACLE;
- Open Office, Star Office ou OpenSolaris, da Sun Microsystems.

Avaliar as competências é um assunto que tem estado em discussão, mas não é nada linear como se faz isso. Para os decisores, impõe-se, naturalmente, tomar opções. E, na óptica da massificação, torna-se necessário oferecer enquadramentos e formas rígidas para o fazer. Terá sido o que levou a aceitar esta multiplicidade de diplomas e certificações.

Não conheço todos estes formatos e o que implicam, mas os que já tive a oportunidade de analisar têm uma lógica completamente virada para as competências de menus e botões. É condição importante, mas neste domínio não creio que seja necessário subir um degrau de cada vez, porque as competências digitais não podem ser desligadas da "capacidade de aceder, compreender e apreciar, de forma crítica, diversos aspectos dos media e dos conteúdos mediáticos e de comunicar numa multiplicidade de contextos", como propôs a Comissão Europeia, em Agosto de 2009.

Pode acontecer que, para efeitos estatísticos - aquilo a que vulgarmente se chama para "inglês [e outros concidadãos europeus] ver", uma grande percentagem dos professores passe a figurar como competente digitalmente. E isso terá sempre ganhos e méritos. Mas é importante compreender que se pode esbanjar uma excelente oportunidade, a de promover entre os professores uma relação mais crítica com os meios digitais e, decorrente disso, contribuir para aumentar os níveis de literacia dos media entre os alunos.

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Estudo sobre o e-Iniciativas

Mais de 90 por cento dos beneficiários do e.iniciativas já tinham computador

Entre 91 e 96 por cento das pessoas que aderiram aos vários programas das e-iniciativas já tinham computadores em casa, na sua grande maioria computadores de secretária, revela um estudo pedido pela Autoridade Nacional de Comunicações.
Segundo um estudo da KPMG, a pedido da Anacom, 86 por cento dos aderentes do programa e.professor já tinham acesso à Internet, números que descem para 82 por cento no caso do e.escolas e para 62 por cento no caso do e.oportunidades.


Aceder ao estudo sobre a adesão e o impacto das e.Iniciativas

sexta-feira, novembro 20, 2009

Crianças Ocupadas - Lançamento esta sexta-feira, dia 20


Conferência a propósito dos 20 anos da "Convenção dos Direitos da Criança"

16h00-17h00 – Lançamento da obra “Crianças Ocupadas” (de Maria José Araújo)
Comentários ao livro por João Teixeira Lopes

Local : Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Anfiteatro 1)Via Panorâmica,
Mais informações aqui.

quarta-feira, novembro 18, 2009

Crianças & Internet


O estudo coordenada por Ana Nunes de Almeida e financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian (e que deverá ser apresentado nos dias 23 e 24 num encontro precisamente na Gulbenkian) disponibiliza os resultados da primeira fase da investigação "Crianças e Internet: usos e representações. A família e a escola".

Partilho algumas conclusões do estudo (a partir do Educomunicação):
"Na perspectiva das crianças, e apesar da presença e até por vezes abundância de equipamentos na escola (ex.: nº de computadores, nº computadores ligados à internet, existência de banda larga), os usos da internet no processo de ensino-aprendizagem ficam bem aquém do retrato desenhado pelas estatísticas oficiais ou pelos testemunhos recolhidos junto dos próprios dirigentes dos estabelecimentos de ensino. No campo educativo, as crianças dizem usar pouco a internet na sala de aula, na relação com a escola ou com os professores; muito raramente é introduzida no ensino de disciplinas curriculares que não as TIC ou a Área de Projecto. A internet é utilizada sobretudo como complemento ou enriquecimento de tarefas e de trabalhos escolares que, antes, se faziam sem ela (...)".

"Fora da escola continua a jogar-se muita da aquisição da literacia digital, dos seus usos mais sofisticados, gratificantes e multifacetados; e também a modernidade da condição infantil. Daí o facto de as formas mais persistentes de clivagem digital continuarem a actuar a partir de casa, distinguindo crianças escolarizadas, cujos pais são eles próprios consumidores intensivos destes bens e serviços, utilizadores profissionais e competentes de novas TIC, os quais as iniciam e acompanham no seu uso, das crianças com origens sociais desfavorecidas, residentes em áreas não-urbanas do País, cujos pais mais dificilmente suportam (ou compreendem) a relevância da compra do acesso doméstico à internet (a que se somarão as deficiências de cobertura dos serviços de acesso à internet por parte dos diversos operadores comerciais). E daí a urgência de a escola repensar o lugar e o estatuto da internet no sistema de ensino-aprendizagem, de modo a proporcionar a todas as crianças, no espaço escolar, os seus diversificados níveis de domínio."